21 de Junho
Dia de saida
Espanha, França
Destino
Especialista
Nivel de dificuldade

Pedalar nos Pireneus é uma experiência incrível para qualquer ciclista apaixonado por viajar em trilhas e estradas de montanha com a sua bicicleta. A nossa proposta é feita por estradas de terra, trilhas e caminhos menos percorridos, ligando os vales, aldeias e vilas romanas e medievais dos Pireneus Catalães e Pireneus franceses.

A viagem começa em Vielha, na Catalunha, uma cidade que é bem conhecida e porta de entrada do Val d’Aran, uma vale onde se fazem todo tipo de esportes de inverno, e termina em Toulouse, sul da França.
Durante a viagem, vamos passar por todos os climas e condições de montanha, o que é típico dos Pireneus na primavera e verão. Teremos dias com passeios agradáveis, mas também iremos ter subidas e descidas em espetaculares trilhas e caminhos secundários de montanha.
É notável que em países europeus com altas taxas de população, possamos pedalar a rota planejada, encontrando poucas pessoas pelo caminho. A beleza do percurso não é dada só pelas bonitas paisagens: Iremos parar em pequenos povoados romanos, que respiram história, prédios antigos, castelos de outra época e iremos saborear a cozinha catalã. A travessia dos Pireneus é uma experiência inesquecível!

CIDADE SAIDA/CHEGADA Barcelona, Espanha / Toulouse-Blagnac, França
HORA DE SAIDA 12hs no Camp Nou de Barcelona
SERVIÇOS INCLUIDOS
Tracks da travessia para carregar no teu  GPS
Guia bilíngüe espanhol/francês/português com equipamento de comunicação
Transporte diario das bagagens numa van
Oito noites de hotel em base dupla e tripla com o cafe da manha e jantar incluidos
Uma noite de albergue em quartos para varias pessoas com  café da manhã e jantar incluidos
Seguro de assistência medica
Assistência mecânica
Traslado de van desde Barcelona a Vielha
Traslado de van desde St. Bertrand de Comminges a Toulouse
NÃO INCLUIDOS
Almoços e comidas não detalhadas no programa, refeições, bilhetes de avião e taxas de aeroporto, traslados não detalhados no programa, pecas de Bike, serviços de lavanderia e gastos pessoais
Aluguel da MTB
Tarde de spa nas termas “Baronía de Les”

Informação adicional

LocalSt Bertrand de Comminges, Vielha
Duração10 dias
DataJunho, Julho

Travessia nos Pirineus, iniciando o pedal em “Vielha”, na Catalunha, no norte da Espanha até “St. Bertrand de Comminges” no sul da França.

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Dia 1:

Encontro no estádio “Camp Nou” de Barcelona. Uma van da nossa organização vai levar-nos a “Vielha” na Catalunha. A viagem dura aproximadamente quatro horas. Chegada em “Vielha”, check-in no hotel, recepção e preparação das bikes e palestra explicativa durante o jantar.
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Día 2: Tunel de Vielha - Gotarta

Encontro no estacionamento de Vielha para iniciar a travessia. As nossas bagagens principais ficarão no hotel para ser transportadas por nossa organização até o hotel seguinte e só levaremos apenas uma mochila com o que vamos precisar durante o dia, levando câmara ar, bomba, algumas ferramentas, agasalho e corta vento. Essa rotina se repete todas as manhãs depois do café. No estacionamento vamos pegar a van que nos levará durante 20 minutos para atravessar ao outro lado do “Túnel de Vielha”, um túnel de mais de cinco quilômetros de extensão, que liga a “Alta Ribagorza” com o “Val d’ Aran” e onde a bicicleta não é permitida.
Durante os primeiros cinco dias você vai circular ao longo do parque nacional “Aigüestortes i Lago de Sant Maurici”. Vamos colocar o seu GPS na mesa da bike e quando estiver tudo pronto começaremos a pedalar. No início pedalamos em uma estrada de cascalho com uma dificuldade moderada, e algumas poucas pistas com dificuldade técnica. Num clima mediterrâneo acompanhamos um reservatório chamado “Embassada de Senet” até Viñal onde encontramos a primeira Igreja de românica da viagem: A Igreja de Saint Martin, do século XI. Pouco depois chegamos a “Vilaller” onde acaba a tendência em descida. Começa a ascensão do “Coll de Serreres” uma dura subida de cascalho de cinco quilômetros e 400 metros de desnível, que servira para conhecer o nosso ritmo em subida. Uma vez lá acima começamos a descer pela antiga trilha da “Alta Ribagorça” que terá algumas situações tecnicamente difíceis, e onde encontraremos uma cruz de pedra do século XI….
44km – 1357mts de subidas
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Dia 3: Gotarta - Espui

Começamos o dia com uma descida suave de 5 km passando muito perto de “Malpas” e “Castellars” através de estradas de cascalho. No quilômetro cinco termina a descida e começa uma subida difícil de oito quilômetros e 600 metros verticais para chegar ao “Coll de Peranea”. A subida difícil é compensada pela incrível paisagem que nos rodeia. Ao longo do caminho existem fontes de água potável centenárias, assim que o fornecimento da água não é um problema, embora a recomendação é sempre pedalar com duas garrafas.
Depois de iniciar a descida e de ter passado por pequenas aldeias habitadas como “Erta” e “Sas” pararemos após 28 km em “Les Ésglesies” que é o local mais conveniente para o almoço. Na tarde temos uma inclinação ainda maior: o “Coll d’Oli”. A subida íngreme é difícil e só vai permitir-nos descansar em algumas seções onde é difícil de pedalar e só podemos seguir a pé até a “Ermita de Coll”.
No mirante de “Astell” teremos novamente asfalto e chegaremos em “Espui” pedalando em subida.
50km – 1300mts de subidas
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Dia 4: Espui - Espot

Este dia começa com um dos pontos altos da viagem: O “Coll de Triador” e o “Coll de la Portella”, que nos levará para ao teto da viagem a mais de 2260 m.s.n.m. Neste dia não teremos um ponto intermediário onde almoçar, então levaremos o nosso piquenique desde o Hotel de Espui. A subida é gradual, moderada e cumprida, o que permite encontrar o nosso próprio ritmo a medida que a gente vai subindo rodeados por uma paisagem magnífica, um visual incrível de pinheiros, vales e montanhas. Enquanto vamos subindo, a paisagem vai se abrindo e permite admirar o “Vall Fosca” e os seus picos majestosos. Uma vez no ponto mais alto, pedalamos num terreno ondulado até definitivamente iniciar a descida para “Espot” no “Vall de Espot”. Graças a marcação cuidadosa das trilhas e estradas, além do apoio fornecido no GPS, vamos passar sem cometer erros e sem se perder. Nos últimos quilômetros passaremos através do centro de esqui “Super Espot”, onde você precisa ter cuidado porque às vezes a trilha é tecnicamente exigente.
43km – 1286mts de subidas
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Dia 5: Espot - Montgarri

Saímos numa trilha de dificuldade média e que corre em paralelo ao caminho de asfalto. Como nos Pireneus as planícies não são muito freqüentes, logicamente começamos uma subida gradual no meio de uma floresta muito linda. Quando atingirmos 1500 metros de altitude teremos um panorama fantástico que inclui o reservatório “La Guingueta d’Aneu” e o povoado “Esterri d’Aneu”. Em quatorze quilômetros, chegamos a uma aldeia de sonho chamada “Son”, um complexo arquitetônico românico, onde se destaca a igreja de “San Justo y San Pastor” construída entre os séculos XI e XII. Merecida refeição e descanso. Desde a igreja começa uma trilha espetacular chamada “Cami del Calvari” que rodeia o parque “Aigüestortes i Sant Maurici Lake” prelúdio para o incrível “Bosque del Gerdar” a maior floresta de abetos da Península Ibérica, a floresta que provavelmente imaginávamos na infância, quando ouvíamos as fábulas de “Branca de neve”. A densidade florestal é tão grande que às vezes os raios do sol não chegam ao chão, os verdes dos musgos e os vermelhos das amoras e framboesas tão intensos que dão um toque de cor para transformar a paisagem em uma paleta de cores inigualáveis. A foto que não deve perder-se é a do “Rio Cabanes”!
53km – 1277mts de subidas
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Día 6: Montgarri - Vielha

Em meio de uma paisagem de montanha seguimos subindo durante oito quilômetros até as cabeceiras dos rios “Garonne” e “Baqueira – Pla Beret”, uma das estações de esqui de “Vall d’Aran.” No ponto mais alto do dia e depois de atravessar o estacionamento da estação de esqui, encontramos o menir “Peira Roia” uma enorme pedra que provavelmente marcou um lugar sagrado na Idade da Pedra. Quando atingirmos a altitude de 1850 metros começamos uma descida fantástica alternando caminhos e trilhas com algumas dificuldades técnicas. Atravessamos os povoados “Unha”, “Arties” e “Garos” antes de chegar a “Vielha”. Tarde livre para passear e se relaxar.
24km – 315mts de subidas
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Dia 7: Vielha - Les

Partimos de Vielha subindo, em direção ao norte, superando quase 300 metros em menos de cinco quilômetros através de um caminho técnico. Em seguida, vamos descer a mesma quantidade de metros em apenas dois quilômetros. Atravessamos a estrada internacional N-230 para voltar a fazer uma estrada de cascalho extremamente verde e arborizada sinal que recebemos o clima atlântico e perdemos o clima mediterrâneo. No quilômetro dez iniciamos uma subida pesada por enquanto passamos por “Arros”, “Vilamos” e “Dessus Arres.” No quilômetro vinte e dois a gente se deslumbra com a vista do vale e começamos nossa desejada descida a “Bossost” na fronteira com a França. De “Bossost” e ao longo do rio Garonne, vamos fazer apenas três suaves quilômetros restantes até “Les”. Tarde livre e chance de uso dos banhos termais de origem romano de “Termas de Baronia de Les”, que emanam da terra a 37 °. 31,8km – 788mts de subidas
8

Dia 8: Les - Aspet (França)

Após do café da manhã partimos de “Les” caminho a França. Nos primeiros nove quilômetros pedalamos sobre um caminho paralelo ao caminho de asfalto, com uma tendência muito leve em subida. Uma vez em “Saint-Beat” saímos da estrada de cascalho para começar uma escalada difícil em estrada asfaltada ao “Col de Mente” que nos levará de 530 m.s.n.m. a 1340 m.s.n.m. em apenas dez quilômetros. O “Col de Mente” é um dos “Cols” usados no “Tour de France” e acima de tudo tem uma excelente pousada onde almoçar ou tomar um lanche. Aí deixamos a estrada de asfalto para começar a rodar sobre uma maravilhosa estrada de cascalho de onde teremos muitos pontos de vista da magnífica paisagem desta parte do sul da França. Logo mais outra subida curta e intensa até chegar a “Girosp” e depois “Aspet”. 50km – 1278mts de subidas
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Dia 9: Aspet - St. Bertrand de Comminges

Depois do café da manha deixamos “Le Bois Perche” em direção para St. Bertrand de Comminges através de uma estrada de asfalto. Pouco depois continuamos pedalando em uma pista de terra. Se por azar tiver chovido muito é possível que tenhamos que pedalar na lama. A paisagem é muito atraente, pequenas plantações e cada detalhe estudado com muito cuidado, o gado dos Pireneus, sempre com o sinhinho no pescoço…A primeira aldeia que passamos é “Izaut de l’hôtel” Depois de dez quilômetros pedalados, começa uma forte subida de seis quilômetros e 400 metros para superar o “Col des Ares”. Depois de uma descida fantástica a “St. Pé d’Ardet” teremos mais subidas e descidas por “Barbazan” e “Loures Barousse” aldeias da “Haute Garonne”. De longe se pode admirar a incrível cidade murada de “St. Bertrand de Comminges” e a sua fabulosa catedral. Originalmente chamada de “Lugdunum Convenarum” pelos romanos no ano 72 a.c., mudou seu nome no ano 1100 d.c. depois que o Bispo Bertrand de l’Isle-Jourdain morasse lá, melhorando a qualidade de vida para seus habitantes e cooperando com o desenvolvimento da cidade. Hoje, a cidade mantém o velho estilo medieval, com as portas ainda permitindo a comunicação com o mundo exterior, e especialmente com sua catedral gótica “Santa Maria”. 34km – 761mts de subidas
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Dia 10: Adieu St. Bertrand, traslado ao aeroporto

Pela manhã você pode escolher o traslado até a cidade de Toulouse ou ao aeroporto de Toulouse-Blagnac de onde deberá marcar seu retorno.

Comentários da travessia

5 based on 4 reviews
julho 12, 2016

Simplesmente top uma “viagem” a não perder…organização tipo de gama…profissionalismo com boa disposição e atenção máxima a cada detalhe.
Mariano sempre de parabéns…até sempre.
Um abraço

julho 12, 2016

Fiz a travessia de 2016. Tem trilhos e paisagens deslumbrantes. Muitas subidas, mas também muitas descidas para quem gosta de velocidade!!! Organização muito boa. E fiz novos amigos!!!

julho 14, 2016

Pedal deslumbrante! A cada dia, uma paisagem diferente, percurso muito técnico com dificuldades variadas, muito desafiador!
Tudo foi muito divertido e bem organizado, apesar da diferença de níveis entre os ciclistas, o grupo sempre se manteve bem unido.
Acabei de terminar a viagem e já estou com saudades. Foram dias incríveis. 🙂

fevereiro 16, 2017

Fizemos esta travessia em 2013 e creio que fomos o primeiro grupo a faze-lo. Mariano é um excelente sujeito e sempre apoiou o grupo. Foi uma boa experiência e espero repeti-la. E as paisagens? Deslumbrantes.

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